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CAN PLANTS TALK TO EACH OTHER?

1 - It certainly doesn't seem that way. Plants don't have complex sensory or nervous systems like animals do, and they look pretty passive, basking in the sun, and responding instinctively to inputs like light and water.

2 - But odd as it sounds, plants can communicate with each other. Just like animals, plants produce all kinds of chemical signals in response to their environments, and they can share those signals with each other, especially when they're under attack.

3 - These signals take two routes: through the air, and through the soil. When plant leaves get damaged, whether by hungry insects or an invading lawn mower, they release plumes of volatile chemicals. They're what's responsible for the smell of freshly cut grass.

4 - Certain kinds of plants, like sagebrush and lima beans, are able to pick up on those airborne messages and adjust their own internal chemistry accordingly. In one experiment, sagebrush leaves were deliberately damaged by insects or scissor-wielding scientists.

5 - Throughout the summer, other branches on the same sagebrush plant got eaten less by insects wandering through, and so did branches on neighboring bushes, suggesting that they had beefed up their anti-insect defenses.

6 - Even moving the air from above a clipped plant to another one made the second plant more insect-resistant.

7 - These airborne cues increase the likelihood of seedling urvival, and made adult plants produce more new branches and flowers. But why would a plant warn its neighbors of danger, especially if they're competing for resources?

8 - Well, it might be an accidental consequence of a self-defense mechanism. Plants can't move information through their bodies as easily as we can, especially if water is scarce.

9 - So plants may rely on those airborne chemicals to get messages from one part of a plant to another. Nearby plants can eavesdrop on those signals, like overhearing your eighbor sneeze and stocking up on cold medicine.

10 -Different plants convey those warnings using different chemical languages. Individual sagebrush plants in the same meadow release slightly different sets of alarm chemicals. The makeup of that cocktail influences the effectiveness of communication.

11 - The more similar two plants' chemical fingerprints are, the more fluently they can communicate. A plant will be most sensitive to the cues emitted by its own leaves.

12 - But because these chemicals seem to be inherited, like human blood types, sagebrush plants communicate more effectively with relatives than with strangers.

13 - But sometimes, even other species can benefit. Tomato and tobacco plants can both decipher sagebrush warning signals. Plants don't have to rely solely on those airborne broadcasts.

14 - Signals can travel below the soil surface, too. Most plants have a symbiotic relationship with fungi, which colonize the plants' roots and help them absorb water and nutrients.

15 - These fungal filaments form extensive networks that can connect separate plants, creating an underground super highway for chemical messages.

16 - When a tomato plant responds to blight by acitvating disease-fighting genes and enzymes, signaling molecules produced by its immune system can travel to a healthy plant and prompt it to turn on its immune system, too.

17 - These advance warnings increase the plants chance of survival. Bean plants also eavesdrop on each other's health through these fungal conduits.

18 - An aphid investation in one plant triggers its neighbor to ramp up production of compounds that repel aphids and attract aphid-eating wasps.

19 - If you think of communication as an exchange of information, then plants seem to be active communicators. They're sending, receiving, and responding to signals without making a sound, and without brains, noses, dictionaries, or the Internet.

20 - And if we can learn to speak to them on their terms, we may gain a powerful new tool to protect crops and other valuable species. It all makes you wonder what else are we missing?

AS PLANTAS PODEM CONVERSAR ENTRE SI?

1 - Não parece que isso acontece. As plantas não têm sistemas sensorial ou nervoso complexos como os animais, e parecem muito passivas, aquecendo-se ao sol, e respondendo instintivamente à absorção de luz e de água.

2 - Mas, por mais estranho que pareça, as plantas podem se comunicar entre si. Como os animais, as plantas produzem todos os tipos de sinais químicos em resposta ao seu ambiente, e podem compartilhar  os sinais entre si, especialmente quando estão sendo atacadas.

3 - Esses sinais passam por dois caminhos: pelo ar e pelo solo. Quando as folhas são danificadas, seja por insetos ou por um cortador de grama, elas liberam substâncias químicas voláteis, que são responsáveis pelo cheiro de grama fresca cortada.

4 - Certos tipos de plantas, como artemísia e feijão-de-lima, conseguem capturar essas mensagens aéreas e ajustar seu funcionamento químico por esses sinais. Em um experimento, folhas de artemísia foram danificadas de propósito por insetos ou por cientistas com tesouras.

5 - Durante o verão, outros galhos da mesma artemísia foram menos comidos pelos insetos que passavam por ela, assim como os galhos das plantas vizinhas, sugerindo que elas reforçaram as defesas contra insetos.

6 - Até mesmo o deslocamento do ar de uma planta cortada para outra fez com que a segunda planta ficasse mais resistente contra insetos.

7 - Os sinais aéreos aumentam as chances de sobrevivência das mudas, e faz com que as plantas adultas produzam mais flores e galhos novos. Mas por que uma planta avisa as vizinhas sobre o perigo, especialmente se estiverem competindo por recursos?

8 - Bom, pode ser uma consequência acidental de um mecanismo de autodefesa. As plantas não transportam informações pelos corpos tão facilmente como nós, especialmente se houver pouca água.

9 - As plantas devem confiar nas substâncias químicas aéreas para receberem mensagens de uma parte de uma planta para outra. As plantas vizinhas podem bisbilhotar esses sinais, assim como escutamos nosso vizinho espirrar e estocar remédios para gripe.

10 - Diferentes plantas transportam avisos através de diferentes linguagens químicas. Artemísias individuais do mesmo campo liberam grupos diferentes de avisos químicos. A composição desse coquetel influencia a eficácia da comunicação.

11 - Quanto mais semelhantes as características químicas de duas plantas, mais fluente será sua comunicação. Uma planta será mais sensível aos sinais emitidos por suas próprias folhas.

12 - Essas substâncias químicas parecem que são herdadas, assim como o tipo sanguíneo dos humanos. As artemísias se comunicam de forma mais eficiente com seus parentes, do que com estranhos.

13 - Às vezes, até mesmo outras espécies podem se beneficiar. Pés de tomate e tabaco podem decifrar os sinais de aviso da artemísia. As plantas não precisam confiar somente nessas transmissões aéreas.

14 - Os sinais podem viajar abaixo da superfície do solo também. A maioria das plantas têm uma relação simbiótica com fungos, que colonizam suas raízes e as ajudam a absorver água e nutrientes.

15 - Esses filamentos dos fungos formam cadeias extensas que podem conectar plantas separadas, criando uma grande rodovia subterrânea para as mensagens químicas.

16 - Quando um tomateiro responde às pragas ativando seus genes e enzimas que lutam contra doenças, moléculas de aviso produzidas pelo sistema imunológico podem viajar para uma planta saudável e fazê-la acionar seu sistema imunológico também.

17 - Esses avisos prévios aumentam a chance de sobrevivência das plantas. Os feijoeiros também bisbilhotam as condições de saúde entre si através das conexões dos fungos.

18 - Infestações de pulgões em uma planta fazem suas vizinhas produzirem compostos que repelem os pulgões e atraem vespas predadoras de pulgões.

19 - Se você pensa em comunicação como uma troca de informações, as plantas parecem ser comunicadoras ativas. Estão enviando, recebendo, e respondendo a sinais sem produzir sons, e sem cérebro, nariz, dicionários ou internet.

20 - Se aprendermos a conversar com elas à sua maneira, teremos uma meio poderoso de proteger cultivos e espécies valiosas. Tudo isso nos faz perguntar: o que mais estamos perdendo?

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