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It’s now okay for a man to hit a woman.

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That, in effect, is what the a mixed martial arts league decided when it allowed Fallon Fox,

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a biological male, to fight as a woman simply because he identifies as one.

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And the consequence of this decision?

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Fox sent female fighter Tamikka Brents to the hospital with a broken skull and a concussion.

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Brents needed seven surgical staples to bind her wounds.

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The battered woman, a trained fighter herself, said of her match with Fox,

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“I’ve never felt so overpowered in my life.”

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Twenty years ago, if a man hit a woman so hard that he sent her to the hospital,

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he’d be in prison.

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Now he can get paid for it.

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Today we are told that male and female are one and the same.

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This denial of male-female differences has led to the astonishing belief that men and

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women are not born male or female; they are whatever gender they say they are.

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Facebook went so far as to offer its users over 50 genders to choose from.

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Know what a “demi-boy” is?

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Me, neither.

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The idea that gender-identification is now a personal choice might sound enlightened

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to some, but it’s actually a very anti-scientific view of one of the essential facts of life:

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men and women are inherently different.

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Their brains are different, their hormones are different, their chromosomes are different,

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and, of course, their bodies are different.

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No amount of peer-reviewed papers from gender studies departments can change this.

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But that won’t stop the progressive elites who run our universities, news media,

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many of our biggest companies, and even our high schools and elementary schools from trying.

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For their efforts, women will pay an especially high price.

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That’s because the men-and-women-are-the-same argument invariably leads women to be judged

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against a male standard.

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Or, to put it another way, to be more of a woman, a woman has to be more like a man.

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She has to want to have casual sex like a man; to serve in combat like a man; to pursue

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a career with single-minded intensity like a man.

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Of course, there are exceptions, but the overwhelming majority of women aren’t seeking casual sex;

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don’t have the physical strength of men; and don’t share the same work-life

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priorities as men.

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Ironically, this quest for sameness is occurring at a time when science is telling us,

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more emphatically than ever, that we are different.

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So, what your grandmother took for granted – men and women are different –

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science now confirms.

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But there is no room for science in, say, stores like Target or Toys R Us, where toys

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are no longer divided into the boy section and the girl section.

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Or in a North Carolina school district, where students can no longer be called

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“boys and girls” but only “students.”

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Or in college dorms, where co-ed bathrooms and even co-ed bedrooms are increasingly common.

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For the tiny percentage of people who experience gender dysphoria,

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we should have nothing but compassion.

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We should do everything we can to help them and protect their dignity, but we don’t

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need to overturn biologically defined sex differences to do so.

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But that’s what’s happening.

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Using the wrong pronoun at the office might get you fired.

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In Canada, it might land you in court.

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In mixed martial arts, as we have seen, it can lead to getting your head bashed in.

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Apparently, this is a small price to pay in a world where we must all

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genuflect to political correctness.

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Even after being hospitalized, Tamikka Brents knew she had to toe the PC line.

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When asked how she explained why she lost so badly to a man who said he was a woman,

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she said: “I can’t answer whether it’s because she was born a man or not,

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because I’m not a doctor.”

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Vice Magazine, writing about the incident, had no sympathy for Brents.

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Why should they?

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As they wrote, “…biological sex isn’t black and white.”

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But in virtually every instance, it is.

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The longer we allow the obvious to go unstated and undefended, the worse it will be

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– for boys and girls, and for men and women.

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But especially for women.

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The sexes are different.

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Rather than trying to quash this reality, which can only lead to more needless confusion

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and suffering, not less, we should step back and marvel at it.

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And enjoy it.

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Male-female differences are among the most wonderful things in life.

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I’m Ashley McGuire for Prager University.


IDENTIDADE DE GÊNERO: POR QUE TANTA CONFUSÃO?

Desde quando um homem está autorizado a bater numa mulher?

Isso, de fato, é o que uma liga de artes marciais mistas (MMA) decidiu quando permitiu a Fallon Fox,

biologicamente homem, lutar como mulher, simplesmente porque ele se identifica como uma.

E a consequência desta decisão?

Fox mandou a lutadora feminina Tamikka Brents para o hospital com um crânio quebrado e uma concussão.

Brents precisou de 7 grampos cirúrgicos para reparar seus ferimentos.

A mulher agredida, uma lutadora treinada, disse sobre o sua luta com Fox,

"Eu nunca me senti tão subjugada na minha vida."

Vinte anos atrás, se um homem batesse em uma mulher tão forte que a mandasse para o hospital, ele estaria na prisão.

Agora ele pode ser pago para isso.

Hoje nos dizem que homens e mulheres são a mesma coisa.

Essa negação das diferenças entre homem e mulher levou à surpreendente crença de que os homens e as mulheres não nascem homens ou mulheres; eles são de qualquer gênero que eles digam que são.

O Facebook chegou a oferecer aos seus usuários mais de 50 gêneros para escolher.

Sabe o que é um "demi-boy"?

Nem eu.

A ideia de que a identificação de gênero é agora uma escolha pessoal pode parecer esclarecida para alguns, mas é na verdade uma visão muito anticientífica de um dos fatos essenciais da vida:

Homens e mulheres são inerentemente diferentes.

Seus cérebros são diferentes, seus hormônios são diferentes, seus cromossomos são diferentes, e, é claro, seus corpos são diferentes.

Nenhuma quantidade de artigos revisados dos departamentos de estudos de gênero pode mudar isso.

Mas isso não impedirá as elites progressistas que dirigem nossas universidades, meios de comunicação, muitas de nossas maiores empresas, e até mesmo nossas escolas secundárias e escolas elementares de tentar.

Por seus esforços, as mulheres pagarão um preço especialmente alto.

Isso porque o argumento "homens e mulheres são iguais" invariavelmente leva as mulheres a serem julgadas contra um padrão masculino.

Ou, em outras palavras, para "ser alguém", uma mulher tem que ser mais como um homem.

Ela tem que querer fazer sexo casual como um homem; servir em combate como um homem; seguir uma carreira com intensidade focada como um homem.

Claro, existem exceções, mas a maioria esmagadora das mulheres não procuram sexo casual; não têm a força física dos homens; e não partilham as mesmas prioridades de vida profissional que os homens.

Ironicamente, essa busca de igualdade está ocorrendo em um momento em que a ciência está nos dizendo, mais enfaticamente do que nunca, que somos diferentes.

Então, o que sua avó deu por certo - homens e mulheres são diferentes - a ciência agora confirma.

Mas não há espaço para a ciência em, digamos, lojas como a Target ou a Toys"R"Us, onde brinquedos não estão mais divididos na seção de meninos e na seção de meninas.

Ou em um distrito escolar da Carolina do Norte, onde os alunos não podem mais ser chamados de "meninos e meninas", mas apenas de "estudantes".

Ou em dormitórios de faculdades, onde banheiros e até quartos mistos são cada vez mais comuns.

Para a pequena porcentagem de pessoas que sofrem de disforia de gênero, não devemos ter nada além de compaixão.

Devemos fazer tudo o que pudermos para ajudá-los e para proteger sua dignidade, mas não precisamos revogar as diferenças de sexo biologicamente definidas para fazê-lo.

Mas é isso que está acontecendo.

Usar o pronome errado no escritório pode fazer você ser demitido.

No Canadá, pode lhe levar ao tribunal.

Em artes marciais mistas, como vimos, pode te levar a ter sua cabeça esmagada.

Aparentemente, este é um pequeno preço a pagar em um mundo onde todos devemos nos curvar ao politicamente correto.

Mesmo depois de ter sido hospitalizada, Tamikka Brents sabia que tinha que andar na linha do politicamente correto.

Quando perguntada como ela explicava ter perdido tão feio para um homem que disse que era uma mulher, ela disse: "Eu não posso responder se é porque ela nasceu homem ou não, porque não sou uma médica".

A Vice Magazine, escrevendo sobre o incidente, não teve compaixão com Brents.

Por que eles deveriam?

Como eles escreveram: "(...) o sexo biológico não é preto no branco."

Mas em praticamente todos os casos, é.

Quanto mais tempo permitirmos que o óbvio fique desprezado e indefeso, pior será - para meninos e meninas, e para homens e mulheres.

Mas especialmente para as mulheres.

Os sexos são diferentes.

Em vez de tentar anular esta realidade, que só pode levar a mais confusão e sofrimento desnecessários, não menos, devemos dar um passo atrás e nos admirarmos com ela.

E apreciá-la.

As diferenças homem-mulher estão entre as coisas mais maravilhosas da vida.

Eu sou Ashley McGuire, para a Prager University.

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