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WHY IS BEING SCARED SO FUN?

1 - Somewhere right now, people are lining up to scare themselves, maybe with a thrill ride or horror movie.

2 - In fact, in October of 2015 alone, about 28 million people visited a haunted house in the U.S. But many consider this behavior perplexing, asking the question,"What could possibly be fun about being scared?"

3 - Fear has a bad rap, but it's not all bad. For starters, fear can actually feel pretty good. When a threat triggers our fight or flight response, our bodies prepare for danger by releasing chemicals that change how our brains and bodies function.

4 - This automatic response jumpstarts systems that can aid in survival. They do this by making sure we have enough energy and are protected from feeling pain, while shutting down nonessential systems, like critical thought.

5 - Feeling pain-free and energized, while not getting caught up in worrisome thoughts that normally occupy our brains, that all sounds great, and it can be because this response is similar, though not exactly the same to what we experience in positive, high-arousal states, like excitement, happiness, and even during sex.

6 - The difference lays in the context. If we're in real danger, we're focused on survival, not fun. But when we trigger this high arousal response in a safe place, we can switch over to enjoying the natural high of being scared.

7 - It's why people on roller coasters can go from screaming to laughing within moments. Your body is already in a euphoric state. You're just relabeling the experience.

8 - And though the threat response is universal, research shows differences between individuals in how the chemicals associated with the threat response work. This explains why some are more prone to thrill-seeking than others.

9 - Other normal physical differences explain why some may love the dizziness associated with a loop-de-loop, while loathing the stomach-drop sensation of a steep roller coaster, or why some squeal with delight inside a haunted house, but retreat in terror if taken to an actual cemetery.

10 - Fear brings more than just a fun, natural high. Doing things that we're afraid of can give us a nice boost of self-esteem.

11 - Like any personal challenge, whether it's running a race or finishing a long book, when we make it through to the end, we feel a sense of accomplishment. This is true even if we know we're not really in any danger.

12 - Our thinking brains may know the zombies aren't real, but our bodies tell us otherwise. The fear feels real, so when we make it through alive, the satisfaction and sense of accomplishment also feel real.

13 - This is a great evolutionary adaptation. Those who had the right balance of bravery and wit to know when to push through the fear and when to retreat were rewarded with survival, new food,and new lands.

14 - Finally, fear can bring people together. Emotions can be contagious, and when you see your friend scream and laugh, you feel compelled to do the same. This is because we make sense of what our friends are experiencing by recreating the experience ourselves.

15 - In fact, the parts of the brain that are active when our friend screams are active in us when we watch them. This not only intensifies our own emotional experience, but makes us feel closer to those we're with.

16 - The feeling of closeness during times of fear is aided by the hormone oxytocin released during fight or flight.

17 - Fear is a powerful emotional experience, and anything that triggers a strong reaction is going to be stored in our memory really well.

18 - You don't want to forget what can hurt you. So if your memory of watching a horror film with your friends is positive and left you with a sense of satisfaction, then you'll want to do it over and over again.

POR QUE FICAR COM MEDO É TÃO DIVERTIDO?

1 - Bem agora, em algum lugar, há pessoas fazendo fila para sentir medo, seja entrar num trem-fantasma ou assistir a um filme de terror.

2 - De fato, somente em outubro de 2015, cerca de 28 milhões de pessoas visitaram uma casa assombrada nos Estados Unidos. Mas muitos ficam perplexos com esse comportamento e se perguntam: "Qual seria a graça de sentir medo?"

3 - O medo tem uma má reputação, mas não é de todo mau. Para iniciantes, o medo pode na verdade ser bem agradável. Quando uma ameaça desencadeia a reação de lutar ou de fugir, nosso corpo se prepara para o perigo, liberando substâncias químicas que mudam o funcionamento do cérebro e do corpo.

4 - Essa reação automática ativa sistemas que podem ajudar na nossa sobrevivência. Elas fazem isso para assegurar que tenhamos energia suficiente e evitar que sintamos dor, enquanto desativam sistemas secundários, como o pensamento crítico.

5 - Sentir-se livre da dor e cheio de energia, sem as preocupações que normalmente ocupam nosso cérebro, parece uma coisa ótima, e a explicação talvez esteja na semelhança disso com o que experimentamos nos estados positivos, de grande excitação, como a empolgação, a felicidade, e mesmo durante o sexo.

6 - A diferença está no contexto. Diante de um perigo real, focamos a sobrevivência, e não a diversão. Mas, se essa resposta de grande excitação, for desencadeada num lugar seguro, podemos desfrutar da euforia natural de sentir medo.

7 - Eis por que nas montanhas-russas passa-se dos gritos ao riso em segundos. O corpo já está num estado eufórico. Simplesmente reinterpretamos a experiência.

8 - E, apesar de ser universal a reação à ameaça, pesquisas mostram diferenças entre indivíduos na forma como as substâncias químicas ligadas a essa reação funcionam. Isso explica por que alguns são mais propensos a buscar emoção do que outros.

9 - Outras diferenças físicas normais explicam por que alguns amam a vertigem que sentem no trecho vertical da montanha-russa, mas odeiam sentir o estômago saindo pela boca no resto do percurso. ou por que alguns gritam de prazer numa casa assombrada, mas fogem aterrorizados se levados a um cemitério real.

10 - O medo traz mais do que apenas uma euforia natural divertida. Fazer coisas que nos causam medo pode estimular a autoestima.

11 - Como qualquer desafio pessoal,seja correr uma corrida ou terminar um livro longo,ao fazermos isso até o fim,temos um sentimento de realização Isso é válido mesmo quando sabemos que não experimentamos perigo real.

12 - Nosso cérebro racional sabe que os zumbis não são reais, mas nosso corpo nos diz o contrário. O medo parece real, por isso, quando sobrevivemos a ele, a satisfação e a realização também parecem reais.

13 - Essa é uma importante adaptação evolucionária. Os que tiveram o correto equilíbrio entre bravura e inteligência para saber quando superar o medo e quando bater em retirada foram recompensados com a sobrevivência, novos alimentos e novas terras.

14 - Por fim, o medo pode provocar a união entre as pessoas. As emoções podem ser contagiosas e, quando vemos um amigo gritar e rir, nos sentimos compelidos a fazer o mesmo, pois compreendemos o que nossos amigos experimentam ao recriar essa experiência nós mesmos.

15 - Na verdade, quando nosso amigo grita, as partes que ficam ativas no cérebro dele também ficam ativas no nosso quando o observamos.Isso não apenas intensifica nossa própria experiência,mas nos aproxima daqueles que estão ao nosso lado.

16 - O sentimento de proximidade durante momentos de medo é favorecido pelo hormônio oxitocina, liberado durante a luta ou a fuga.

17 - O medo é uma poderosa experiência emocional, e qualquer coisa que provoque uma forte reação vai ficar bem viva em nossa memória.

18 - Não queremos nos esquecer do que pode nos machucar. Assim, se a experiência de um filme de terror com seus amigos foi positiva e deixou um sentimento de satisfação, certamente você vai querer repeti-la.

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