Eduardo Adame

Como surgiu seu interesse pela Língua Inglesa?

Eu jogo videogames e gosto de informática desde bem novo, e isso costumava ser totalmente em inglês nos anos 2000. Mas, eu somente fui começar a aprender inglês próximo aos 14 anos, quando entrei no BLZ, por incentivo do meu pai. É interessante todo esse trajeto, quando eu entrei no curso, eu já conhecia muitas palavras, para um iniciante, mas não conseguia formular uma frase. Após pouco tempo eu já estava bem mais tranquilizado com o idioma e até hoje continuo aprendendo ao consumir conteúdos em inglês.  

Quais foram os principais desafios na sua jornada?

Eu sempre fui muito apegado à gramática no português, e eu acreditava que aprender inglês seria infinitamente pior por ter que aprender tudo novamente. Aos poucos eu fui entendendo que é possível aprender o idioma sem focar nesse ponto, dando mais atenção a conversação e traduções.

Isso foi o mais complicado pra mim, pois eu não me sentia satisfeito por não saber corretamente as regras e isso não me deixava seguro. Mas com o tempo eu fui percebendo que essas regras passam a fluir naturalmente com o costume de utilizar o idioma. Por exemplo, você nunca deve ter se questionado se a palavra “gramática” tem acento na hora de escrevê-la no papel.

O que trouxe mais resultados na sua jornada? O que acelerou seu aprendizado?

Com toda a certeza, foi a imersão que eu mesmo me impus. Troquei o idioma do celular e periféricos para o inglês e passei a dar preferência a conteúdos em inglês, legendados ou não. 

Eu achei essa atitude muito relevante pois você passa a ver e entender coisas que não são totalmente traduzíveis, como gírias. E também outra: pessoas erram o idioma, inclusive os nativos.

Qual foi o momento em que você percebeu que estava aprendendo de verdade?

É engraçado, pois eu costumo falar enquanto durmo. Quem me relata isso é meu pai, e um dia ele me contou que eu estava falando em inglês, e isso me deixou super contente. Outro momento foi nos primeiros contatos que tive com estrangeiros; a maioria elogiou minha fluência ao saber que eu era um estudante da língua.

Que diferença o aprendizado do inglês faz na sua vida hoje?

Sinceramente, não sei o que seria dos meus estudos sem o inglês. O leque de opções na internet aumenta muito, e isso é extremamente benéfico. Por exemplo, quase tudo que sei de matemática - área que dedico meus estudos - eu aprendi em inglês.

Já no estudo formal, eu curso Técnico em Mecânica Industrial no CEFET/RJ. A área industrial também é muito bem documentada em inglês, de artigos a catálogos. Os professores costumam dizer que, para um técnico, o inglês é um diferencial; para os engenheiros, necessário.

Se você fosse começar de novo, o que você faria diferente hoje?

Nos últimos anos, eu tomei ciência de uma outra forma de aprender: conversando com estrangeiros online. Eu lembro muito bem da aula que o Charlles mostrou todo animado sua mais nova descoberta, o Free4Talk. Após conhecer a plataforma, eu gostaria de ter criado uma rotina de conversação por ela desde os meus primeiros passos no idioma.

Alguma sugestão ou ideia para quem está começando a aprender inglês?

Acredito que um pouco de cada coisa que eu disse aqui, como: se imergir no idioma, utilizar plataformas de conversação online (Free4Talk), e entender que cada um aprende no seu tempo e que só é necessário dedicação.

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Jeremias, Angra dos Reis-RJ